Oração do Professor
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,Dai-me esta graça que vem do amor.Mas, antes do ensinar, Senhor,Dai-me o dom de aprender.Aprender a ensinar. Aprender o amor de ensinar.Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor. De aprender sempre.Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilheQue o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.Que meus conhecimentos não produzam orgulho,Mas cresçam e se abasteçam da humildade.Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,Mas animem as faces de quem procura a luz.Que a minha voz nunca assuste,Mas seja a pregação da esperança.Que eu aprenda que quem não me entendePrecisa ainda mais de mim,E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,Para que eu possa trazer o novo, a esperança,E não ser um perpetuador das desilusões.Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprenderDeixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.(Antonio Pedro Schlindwein)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
As 4 estações do ano
As Quatro Estações Do Ano
Patati E Patata
As quatro estações do ano, agora você vai conhecer,
as quatro estações do ano, vale a pena aprender
Primeiro vai chegando a primavera,
eu vou colher as flores do jardim,
dar um bom dia para a amiga natureza e com certeza ela vai sorrir pra mim.
Logo depois vem chegando o verão,
e na praia nós vamos passear, tomar um banho de cachoeira e ver os peixes nadando lá no mar.
As quatro estações do ano, agora você vai conhecer,
as quatro estações do ano,vale a pena aprender.
Chegou o outono e as folhas vão caindo,
o vento forte vai soprando sem parar, anunciando que o outono está partindo e um novo tempo está
pra chegar.
No inverno eu vou me agasalhar, pois do frio eu tenho que fugir,
lembrar que a primavera logo vai voltar e as flores novamente vão se abrir.
As quatro estações do ano,agora você já conheceu.
Primavera, verão, outono e inverno. Valeu a pena aprender.
Fonte: http://www.vagalume.com.br/patati-e-patata/as-quatro-estacoes-do-ano.html
Patati E Patata
As quatro estações do ano, agora você vai conhecer,
as quatro estações do ano, vale a pena aprender
Primeiro vai chegando a primavera,
eu vou colher as flores do jardim,
dar um bom dia para a amiga natureza e com certeza ela vai sorrir pra mim.
Logo depois vem chegando o verão,
e na praia nós vamos passear, tomar um banho de cachoeira e ver os peixes nadando lá no mar.
As quatro estações do ano, agora você vai conhecer,
as quatro estações do ano,vale a pena aprender.
Chegou o outono e as folhas vão caindo,
o vento forte vai soprando sem parar, anunciando que o outono está partindo e um novo tempo está
pra chegar.
No inverno eu vou me agasalhar, pois do frio eu tenho que fugir,
lembrar que a primavera logo vai voltar e as flores novamente vão se abrir.
As quatro estações do ano,agora você já conheceu.
Primavera, verão, outono e inverno. Valeu a pena aprender.
Fonte: http://www.vagalume.com.br/patati-e-patata/as-quatro-estacoes-do-ano.html
terça-feira, 21 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Blog da Professora Tati: Uso dos porquês
Blog da Professora Tati: Uso dos porquês: "Na língua portuguesa, existem quatro tipos de “porquês”. Eles são utilizados em ocasiões diferentes, mas é muito fácil se enganar em uma red..."
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A Morte de Vagar-reflexão
A Morte Devagar
Martha Medeiros
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Martha Medeiros
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
domingo, 5 de junho de 2011
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